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quinta-feira, 3 de março de 2022

Macaco Bong - Mondo Verbero - 2021 - Download

 

Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

1 Cho
2 Kãeãe
3 Hacker de Sol
4 Treze
5 Reverbo
6 American Junkie Pop
7 Tonto
8 Cactus
9 Caminhada Sagaz
10 D'Bong na Lagoa

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Macaco Bong - Delta Tron - 2020 - Download

 

Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

01 Na Ponta do Ideal
02 Toda Obra Rende
03 Algo
04 Oito Centavos de Direito Autoral
05 Dez Dólares de Streaming
06 A Internet Bloqueia Tudo
07 Sabem Tudo Que Você Faz
08 Faz Parte Do Cash
09 No Total São Alguns Centavos de Lucro
10 E Poucos Levam Isso a Sério

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Macaco Bong - Reartista - 2019 - Download


Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

1 Amendoym
2 Casa Chick
3 Vamodah
4 Afrotonika
5 Japablue
6 Los Terpenos
7 Summer Feeds
8 Serotonina
9 Opala Preto
10 Sasquatch Power
11 Gê
12 Cogumelo Em Marte

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Vários Artistas - #PartiuVilaCarolina - 2014 - Download


Gênero: Hardcore Punk

1. Relize - Quanto Vale a Liberdade
2. Akminarrah - 1.9.9.2 (Glitch-Punkcore Remix)
3. Elite Na Mira - Pela Paz
4. InDehcoroso - Fuck IURD (Love Shit Version)
5. Inércia - Histeria
6. God Pussy - Quanto Vale A Liberdade
7. Calibre 12 e RPW - Em Você
8. Porraloka - Dinheiro
9. Sky Down - C.D.M.P & X.O.T
10. MC Berro D'Água - Subúrbio Geral (tipo colômbia)
11. Jair Naves e Gabriel (Macaco Bong) - Medo
12. Bullying HC - Quanto Vale a Liberdade

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domingo, 30 de dezembro de 2018

Macaco Bong - Deixa Quieto - 2017 - Download


Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

01. Smiles Nike Tim Sprite
02. Móviaje
03. Nublum
04. Briza
05. Loló
06. Com Easy ou Uber
07. Lírio
08. Drive-in You
09. Salão
10. Território Piercing
11. Longe de Tudo
12. Somente Whey

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Em mais de 20 anos de lançamento, não foram poucos os que decidiram revisitar as canções do clássico Nevermind (1991), obra-prima do Nirvana e um dos marcos do movimento Grunge. De Caetano Veloso, com Come as You Are, no álbum A Foreign Sound (2004), passando por nomes como Tori Amos (Smells Like Teen Spirit) e Muse (Lithium), sobram artistas, veteranos e novatos, que não apenas se apropriaram do som produzido pelo trio de Seattle, como adaptaram de forma particular, preservando a própria identidade musical.


Exemplo disso está nas canções Deixa Quieto (2017, Sinewave), sexto álbum de inéditas do grupo mato-grossense Macaco Bong e um curioso exercício da banda em revisitar as canções lançadas pelo trio norte-americano há 26 anos. Da icônica imagem de capa — no lugar do bebê sendo fisgado por uma cédula de dinheiro, um idoso submerso, pronto para para o ataque —, passando pela intensa desconstrução dos arranjos e nomes carregados de comicidade, tudo remete ao Nirvana, porém, de forma torta, essencialmente experimental.


Perfeita representação disso está na sequência de abertura formada por Smiles Nike Tem Sprite e Móviaje. Enquanto a versão para Smells Like Teen Spirit substitui as habituais guitarras, crueza e ritmo frenético por arranjos carregados de efeito e guitarras quase suingados, leves, ao adaptar In Bloom, o trio formado por Bruno Kayapy (guitarra), Daniel Hortides (baixo) e Renato Pestana (bateria), brinca com a própria herança musical, revelando ao público uma faixa espaçada, climática, lembrando as canções do clássico Artista Igual Pedreiro (2008).


Sexta música do disco, Com Easy ou Uber, releitura de Come As You Are, é outra que reforça a identidade do trio. Parcialmente distante do riff habitual que caracteriza a versão original da faixa, o grupo mato-grossense se concentra na produção de uma base ruidosa, caótica, esbarrando em uma série de elementos originalmente testados no autointitulado registro entregue no último ano. Um som enérgico, também explícito em composições como Salão e, principalmente, na psicodélica Território Piercing.


Mesmo curioso e intenso na maior parte do tempo, Deixa Quieto acaba tropeçando em uma série de canções menores ou pouco inspiradas. É o caso de Lírio, releitura de Lethium, uma das principais canções de Nevermind, mas que aqui lembra um ensaio desinteressado por parte da Macaco Bong, como se a banda estivesse afinando os instrumentos em estúdio. O mesmo som penoso se reflete em Longe de Tudo, música que se arrasta por quase quatro minutos em meio a captações caseiras e ruídos propositadamente abafados.


Referencial sem necessariamente parecer copioso, Deixa Quieto acaba confessando algumas das principais referências da Macaco Bong de forma particular, sempre inventiva. Difícil pensar no trabalho como uma obra deslocada dentro da discografia da banda. Pelo contrário, a todo instante, Kayapy e os parceiros de grupo estabelecem pequenas conexões com toda a sequência de obras acumuladas nos últimos fez anos, costurando elementos que vão do rock alternativo à música brasileira de forma provocativa.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Vários Artistas - Hard'n Slow Brazilian Compilation Vol. 2 - 2017 - Download


Gênero: Black Metal, Death Metal, Doom Metal, Shoegazing

01 Augustine Azul - Cogumelo
02 - Black Witch - Sitra Ahra
03 - Blackdust - Black Door
04 - Broken & Burnt - Deep Inside the Void
05 - Erasy - Telling Lies
06 - Fallen Idol - Seasons of Grief
07 - Gods & Punks - The Tusk
08 - Gren Morton - Status Quo
09 - I Am The Sun - The Burnout
10 - Inverted Cross Cult - Praise the Lord (Or Files)
11 - Macaco Bong - Macaco
12 - Mad Head Machine - Kings of the New Days
13 - Mais Valia - Tigris
14 - Mondo Bizarro - Too Loud Is Not Enough
15 - Muñoz - Soulless
16 - Necro - Espelhos E Sombras
17 - Pantáculo Místico - Vagando Por Caminhos Desconhecidos
18 - Projeto Trator - Rato Morto
19 - The Mountain Season - Something on Mind
20 - Unholy Outlaw - Dark Wings

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Macaco Bong - Macaco Bong - 2016 - Download


Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

01. Lurdz
02. Bejim da Nega Flor
03. Chocobong
04. Baião de Stoner
05. Saci Caraquente
06. Carne Loca
07. Distraídos Venceremos
08. Macaco

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Macaco Bong - Macumba Afrocimetica - 2015 - Download


Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

01. #tapanapantera
02. A F I R M A T I V O
03. Olho de Caça
04. Abramacabra
05. Banana Tettra
06. Macumba Afrocimética
07. William Bonger
08. Funk do Cuoco

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Bandas que se reinventam sempre contam com nossa simpatia. Macumba Afrocinética, terceiro álbum de Macaco Bong, é um nítido corte na trajetória do grupo e um aceno generoso a novos caminhos dentro da proposta de empreender jornadas pelos caminhos da música instrumental. A mudança é tão grande que estão suspensas as canções enormes e viajantes, devidamente substituídas por curtas e grossas composições com espectro sonoro totalmente voltado para os anos 1990. É escuro, é sombrio e é dançante, tudo ao mesmo tempo.


O guitarrista e cérebro do Macaco, Bruno Kayapy, que também produz o álbum, pensou num trabalho que não tivesse guitarra. É claro, isso não é novo no Rock e sempre significará um desafio em termos de criatividade e arranjos com poder de fogo suficiente para compensar a falta de colorido e possibilidades que as seis cordas eletrificadas podem significar. A exemplo de formações como Morphine, sensacional grupo dos anos 1990 que substituía guitarra por saxofones envenenados, Kayapy encontrou no baixo a resposta para o buraco aberto. Turbinou com efeitos e pedais diversos, de modo a obter uma sonoridade mais adequada, ligou em amplificadores próprios para guitarra e produziu um Frankenstein de quatro cordas, que entrou em campo com pinta de campeão. Esse movimento, mais a chegada de Julio Cavalcanti (baixo e guitarra) e Daniel Fumega (bateria) marcam uma evolução do Macaco, com e sem trocadilho.


O grande atrativo desse trabalho é a rusticidade. Mesmo com menos de meia hora é possível ver a noite noventista em composições como #tapanapantera (sim, com hashtags) ou AFIRMATIVO (sim, em caixa alta), que evocam um tom sombrio e claustrofóbico, com alguma tonalidade herdada de demotapes esquecidas e amareladas de Nirvana ou ensaios perdidos e arquivados do já mencionado Morphine. O clima de rascunho destas composições casa bem com a feitura caseira do álbum, gravado num cubículo na casa de Kayapy em Cuiabá, terra natal dos sujeitos.


Além do baixo turbinado para fazer as vezes de guitarra, a sonoridade chega em bloco ao ouvinte nas primeiras canções do álbum, todas curtas, sem gorduras e exageros. A sexta faixa, que leva o título do disco, propõe um corte estético. Sai a sonoridade abafada e entra um timbre próximo de bateria eletrônica, turbinando uma levada Funk de branco, que poderia ser uma sobra de estúdio de Talking Heads e que serve como fio condutor para as duas composições que encerram o álbum, a inquietante William Bonger e a invocada Funk do Cuoco, também mantendo a tradição de nomes exóticos de músicas da banda.


Próximo do experimentalismo e longe do mimimi, Macaco Bong segue mais confundindo que explicando, inquieto e cheio de alternâncias. Se você gosta dos trabalhos anteriores dessa galera, prepare-se para passear longe da tal zona de conforto em Macumba Afrocimética. Você vai gostar.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Macaco Bong - This Is Rolê - 2012 - Download


Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

01. Otro
02. O Boi 957
03. This is Rolê
04. Broken Chocobread
05. Copa dos Patrão
06. Mullets
07. Summer Seeds
08. Seu João
09. Dedo de Zombie

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As guitarras e o peso da instrumentação sempre foram constantes naturais e necessárias à carreira da banda Macaco Bong. Ainda que favoráveis a esse tipo de manifestação acústica, nunca antes tal predisposição teve tanto espaço (e impacto) dentro de um registro do grupo cuiabano quanto agora. Com a chegada do raivoso This Is Rolê (2012, PopFuzz/Travolta Discos), segundo álbum do trio mato-grossense, podemos observar uma transformação descomunal no uso ativo de acordes e distorções densas que (ainda assim) fluem capazes de nos convidar para dançar. Um álbum raro que mantém o peso de forma integral, sabe como arriscar e ainda assim funciona de maneira tão comercial quanto um típico tratado radiofônico.


Sucessor do aclamado Artista Igual Pedreiro – obra conceitual lançada em 2008 e eleita por uma série de publicações como o melhor registro daquele ano -, com o novo disco a banda preza por um som de consideráveis transformações e aberturas sonoras. Ora afundado em distorções soberbas que flertam abertamente com o Sludge Metal, ora dançante e até capaz de capaz de atrair o espectador de ouvidos “despreparados”, o recente projeto de nove faixas mantém a veia instrumental do lançamento anterior, se desvencilhando de composições volumosas e jazzísticas para tratar abertamente de um som “simples” e despretensioso.


Antes mesmos de iniciarmos a absorção do disco com a pulsante e crua Otro, a capa colorida do trabalho – que além do título chamativo traz o anúncio de “experimente isto!” – já proclama que os rumos do presente trabalho são completamente outros. Mesmo que a presença de faixas mais extensas e complexas ainda seja recorrente no executar da obra, em nenhum momento a banda parece percorrer a mesma via instrumental dos projetos anteriores, evitando ao máximo a construção de músicas que se assemelhem ao que fora proposto no EP Verdão e Verdinho ou em músicas como Vamos Dar Mais Uma, Bananas For You All e outras grandes (não apenas em extensão) canções que definiram a estrutura do primeiro disco.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=6XQoA4NVLy8?rel=0]

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=E4RSKB5rXus?rel=0]

Se a proposta do novo álbum é de aproximar a banda de um som mais “pop” e leve, não há como negar que o grupo alcançou com empenho esse resultado. Dos riffs flamejantes que se concentram no interior de O Boi 957 ao toque ensolarado que se manifesta no single Summer Seeds (uma espécie de trilha sonora para algum seriado pós-adolescente), tudo se configura de maneira distinta ao que fora testado há quatro anos. Mesmo que as guitarras ainda bebam dos primórdios do pós-rock (principalmente de bandas como Slint) e até se entreguem abertamente ao que artistas como Kylesa, Isis e Queens Of The Stone Age promoveram em suas recentes obras, a maneira como o som ecoa fácil e sem compromissos em nossos ouvidos apenas reforça essa tendência, um reflexo da postura renovada que a banda assume sem grandes alardes e natural acerto.


Agora em nova formação, o trio mostra que mesmo com a saída do baixista Ney Hugo, a linearidade e a força do projeto ainda se mantém em alta. Gabriel Murilo, músico que vem para ocupar o lugar do ex-integrante, torna pública a destreza com o instrumento logo nos segundos iniciais de Broken Chocobread e Copa dos Patrão, composições que carregam nos grooves marcantes das linhas de baixo uma espécie de herança aprimorada do que fora deixado pelo antigo colaborador. Sobra até espaço para o ex-Mutantes Túlio Mourão (convidado de honra do novo disco) derramar assertivas melodias de piano nas músicas Seu João e Dedo de Jombie, dois dos momentos que mais aproximam a banda do disco anterior.


Descomplicado por natureza, This Is Rolê assume exatamente o que manifesta no título da obra: uma trilha sonora descompromissada para um passeio corriqueiro pela estrada – seja ela física ou metafórica. Dividido em duas metades bem perceptíveis (uma mais raivosa e outra mais suave), o disco se afasta com sabedoria da imagem criada pela banda desde os primeiros singles virtuais, mostrando que para além do som épico construído em outras épocas a Macaco Bong também sabe como promover um registro fácil e de composições amenas. Interessante notar que ao mesmo tempo em que se distancia de um som possivelmente complexo, o grupo estimula o crescimento de um disco tão rico que é capaz de superar (sem grandes esforços) qualquer expectativa, prova de que até “brincando” a banda sabe como nos impressionar.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Macaco Bong - Artista Igual Pedreiro - 2008 - Download

 

Gênero: Instrumental Rock, Psychedelic Rock

01. Amendoim
02. Fuck You Lady
03. Noise James
04. Shift
05. Black's Fuck
06. Rancho
07. Bananas For You All
08. Belezza
09. Compasso em Ferrovia
10. Vamos Dar Mais Uma

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