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domingo, 31 de maio de 2020

Eleven Strings - Void - 2020 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Empty Vessel
2. No Regrets
3. Ashen Souls
5. Know Your Sins
6. Katharsis
7. Hollow
8. The Rise of None
9. 将軍 

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É sempre bom falar desses rapazes, sendo bem objetivo, eles fazem um som único, é bem preenchido em suas nuances com a complexidade progressiva que sempre buscaram, agora no terceiro álbum creio que alcançaram essa maturidade.


Empty Vessel é uma faixa instrumental que abre o cd de forma nada sutil e muito bem arranjada, pesada, como se fossem marteladas, mas bem feitas e marcantes, teclados bem presentes.


No Regrets, vem seguindo a onda da introdução, porém temos uma diferença na banda, os vocais, eles estão mais agressivos, guturais mais presentes que nos outros dois álbuns, parece que a banda se enveredou por outros caminhos e decidiu mudar, o que foi muito interessante. Essa música tem sua parte melódica e a característica dos vocais mais roucos que é a marca da banda, essa música tem sua característica o seu groove, ou seu riff, mas de forma groovada sim.
Um belo interlúdio feito pelo teclado que está bem interessante, e segue com contratempos bastante marcantes, é uma ótima faixa.


Ashen Souls é o que eu posso chamar de Prog Djent, bem intrincada em seu contratempo, vocais guturais bem na leva do Meshuggah e o atual Lacuna Coil e claro que não pode faltar sua parte dos vocais mais melódicos, e essa é uma faixa que você deve respeitar, o nível técnico está altíssimo , a faixa não tem solo, e nem precisa , todo o arranjo se encarrega de mostrar que realmente não precisa, essa é uma faixa de destaque.


Smile é a faixa de trabalho que também teve um clipe oficial, e foi por ela que eu já tinha notado as mudanças sonoras, seguindo as linhas “contratempadas”, visto que isso é uma mudança bem evidente na sonoridade da banda, e ela é uma das mais pesadas também com um uso muito bem feito de pedal duplo e um belo solo de guitarra, e também a faixa que mais tem mudança de compasso e arranjo, o que particularmente gostei bastante.


Know Your Sins tem um teclado na pegada mais eletrônica muito bem arranjado com todos os outros instrumentos seguindo compassos diferente do que o teclado faz, e ela vem com uma ar mais soturno quando entra o vocal, o que torna uma faixa legal no quesito vocal , com bastante uso do vocal limpos, e backing vocal em forma de coral, segundas vozes bem arranjadas e Evandro cantando um pouco além do seu limite vocal, bem no limite, o que é ótimo , é ótimo ver/ouvir o músico se superar, a faixa também tem ótimos teclados e um blast beat bem legal, com o teclado fazendo uma ótima cama e retornando a sua intro.


Katharsis começa como uma balada, vocais mais baixos(mais graves), dando um ar mais triste, é aquela faixa do meio do álbum que dá uma caída, aquela que você meio que ouve refletindo, e somente curte, tem uma bateria bem marcante, e é uma faixa que também exige bastante controle vocal , uma ótima faixa.


Hollow é uma faixa instrumental com cordas, bem calcada no suspense, é uma intro para a próxima faixa.


The Rise of None, tem pouco mais de 4 minutos e vem com uma pegada mais densa, mais soturna, de suspense mesmo, eu diria que quase o álbum todo tem essa atmosfera, mais pesada, literalmente, visto que a sonoridade da banda foi bastante modificada, os vocais permeiam entre o limpo e o gutural, o teclado é quem dita o tom denso a música e pasmem, e um belo e muito bem colocado e arranjado solo de Sax em que dita toda a pegada no Jazz, isso também explica a parte soturna da música.


将軍 ou Apenas Shōgun tem toda a pegada do Japão , principalmente as escalas usadas, e o vocal bem num tom mais alto, e por vezes, vocal mais grave, tem bastante uso de drive, o que da um tom mais agressivo, e um interlúdio usando escala e o uso de KOTO (instrumento japonês tradicional), e o padrão de andamento se mantém , pegada bem próxima do que é o Djent, bastante contratempos e pausas, é uma ótima faixa, e é também a ultima faixa do álbum.


Eleven Strings mostrou bastante maturidade ao se modificar, mesmo sendo apenas o terceiro álbum da bandas, eles mostram que é preciso se modificar ou adaptar para que possamos evoluir , evoluir na questão técnica e como compositores, o álbum é cheio de novidades, e digo não ouça se você espera ouvir algo que te lembre o primeiro álbum, esse é um outro Eleven Strings, com uma nova cara, nova sonoridade e com certeza com uma outra personalidade no quesito composição.

sábado, 30 de maio de 2020

Eleven Strings - Aeon - 2017 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Titan Blood
2. Into the Ocean
3. Maskerade
4. Fenrir
5. Black Mirror
6. Scars
7. The Maestro of Time
8. Senseless
9. Hybrid Existence
10. Omega Theory
11. Ghosts

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O "AEON" veio com uma sonoridade um pouco mais diferenciada do seu antecessor, mas ainda mantendo a pegada progressiva dos mesmos, tendo apenas o "versatilizado" um pouco e arriscado umas coisas diferentes.


Logo nas três primeiras faixas do álbum, já somos contemplados com três músicas que possuem sonoridades distintas uma das outras. Em "Titan Blood" o grupo já começa ousando se utilizando de vocais guturais (técnica que também esteve presentes em outras faixas do disco, como "Scars" e "Senseless"), coisa que você não vê presente em nenhum momento do "Chaos and Creation", tornando essa a música mais pesada do trabalho.


Em seguida, temos a faixa "Into The Ocean", onde é adotado uma pegada mais leve, indo a contraponto da primeira faixa, e se aproximando mais da sonoridade do primeiro disco.


A faixa "Maskerade" é uma a qual mais destaco do trabalho por conta da sua ideia de colocar elementos do tango dentro do metal progressivo, e o resultado saiu bastante satisfatório, sendo em minha opinião, uma das melhores músicas do disco.


Faixas como "Black Mirror", "The Maestro of Time", "Omega Theory" e "Ghosts" se aproximam mais da sonoridade encontrada em boa parte do primeiro, mas juntando também com o peso a mais que a banda se propôs a colocar nesse novo trabalho, tendo o adicional de guturais em algumas partes.


No mais, o Eleven Strings conseguiu fazer um ótimo trabalho no disco "AEON", conseguindo inclusive, superar o "Chaos and Creation", nesse novo trabalho, a banda foi versátil sem perder a essência, explorou outras áreas músicas e teve êxito, principalmente o vocalista "Evandro Braito" (que infelizmente, deixou a banda pouco tempo após a conclusão do álbum).


Para aqueles que ficaram curiosos em conferir o novo trabalho da banda, eu super recomendo, e garanto que não se decepcionarão.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Eleven Strings - Chaos And Creation - 2015 - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Dark Matter
2. The Maestro of Creation
3. Life
7. The Maestro of Chaos
9. The Third I
10. The Last March
11. Universe Illusion

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É engraçado parar pra pensar como tanta coisa boa é feita por tanta banda espalhada pelos cantos, mas a maioria das pessoas nem faz ideia. De vez em quando um melhor disco do ano está perdido por aí, às sombras da falta de apoio, da falta de divulgação, suporte. Discos como “Chaos and Creation”, dos paulistanos do Eleven Strings, naturais de Mogi das Cruzes, que se encontram em atividade desde 2012.


Após dois EPs e uma single lançados, é a vez do álbum de estreia, produzido pelo próprio guitarrista Junior Carlos e gravado no Instituto Musical Falaschi, ser lançado. O resultado é consistente; ele é, sem dúvidas, um dos melhores discos brasileiros de 2015. Lançado de forma independente em setembro do mencionado ano, esse refinado disco reúne a potência de um Progressive Metal sem exibicionismo com a classe e pomposidade sinfônica, graciosamente entregue por sintetizadores bem explorados que conferem intensidade às canções. Sem mencionar as excelentes performances dos vocalistas Evandro Baito e Johnny Lande – esse segundo menos acionado.


Quem ouviu os compactos anteriores (“#0”, de 2012, e “EP 2013”, de 2013), testemunhou, de certa forma, duas bandas distintas. No primeiro, uma mais seca, pesada e bruta. No segundo, uma banda mais acessível, flutuante, apostando em composições vocais grudentas. “Chaos and Creation”, com o acréscimo do novo membro e tecladista Felipe Leão – que tornou a banda um sexteto -, unificou as duas características e foi muito, muito além.


A musicalidade é tão refinada quanto o título do álbum sugere; Progressiva, claro, com interessantes e diversificadas jogadas de guitarra, trabalho exemplar nas linhas de baixo e boa bateria, mas também pomposa, característica cedida definitivamente pela intensidade atmosférica que os teclados proporcionam. Com ambientação sinfônica, as músicas ficaram densas – e ainda leves de assimilar – e extremamente envolventes. No entanto, a exploração dos sintetizadores não se limita ao efeito orquestrado, mas também a vários outros, de um modo bem abrangente.


Tudo é muito consistente e metódico. Mesmo com o detalhamento perspicaz, não é difícil se cativar, já que a característica acessível oriunda do “EP 2013” ainda é mantida, introduzida principalmente nas pontes – que já levam o ouvinte a prender a respiração – e nos refrões, pontos altos das canções, onde definitivamente perde-se o fôlego. As músicas têm andamento variante, não havendo um padrão de fórmula, mas os refrões frequentemente são cantados em tons altos e sempre cadenciados, apelando para a emoção, o que aumenta a probabilidade dele grudar na sua mente.


A composição das linhas vocais não é retilínea; há bastante oscilação de tons e posturas. Evandro novamente não é agressivo, salvo em pontuais momentos, mas sua voz limpa atinge o coração. Vocais mais sujos ficam a cargo do guitarrista Johnny Lande, que canta com fortes drives e participa de faixas como “Deep Black Hole” e “Life”.


É possível se conectar com o clima do disco ao ponto de quando ele acaba, você se sentir aquele vazio, como se tivesse sido arrancado de algum lugar. Ainda mais com a especial densidade épica e oriental das três últimas faixas, que dotam dos corretos ares de um álbum que se encaminha para a sua conclusão. Sem dúvidas, “Chaos and Creation” é um disco sensacional e difícil de ser superado.


Tudo indica que o próximo álbum não será em nada como esse. Atualmente o conjunto já se encontra em trabalho do segundo disco, e promete algo diferente daquilo feito nesse, já que a ideia é ter uma discografia diversificada e evitar repetições musicais. Tendo em vista o grande profissionalismo exibido até o momento, o sexteto paulistano tem toda a condição de tê-la. Álbum fantástico, mas não demonstra ainda ser o auge, embora seja difícil de ser superado.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Vários Artistas - Roadie Metal Vol. 1 - 2014 - Download


Gênero: Heavy Metal

01 - Eleven Strings
Forged In The Fire
02 - Eyes Of Beholder
Insanity
03 - Dymon's
Devotos
04 - Down To My Bones
Inner Strnght
05 - Overhead
Resaca
06 - Thunder Spell
Battle Scream
07 - Haaley Alves
Until The End
 08 - Alicercius
Redenção
09 - Sunroad
Master Of Disaster
10 - Basttardos
Basttardos
11 - Monday Riders
King Of Highway
12 - Patriotas do Rock
Exótico
13 - Red Fever
Black Block Drive
14 - Abiosi
Respeito
15 - Sattva
Irreal


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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Eleven Strings - EP 2013 - 2013 (EP) - Download


Gênero: Progressive Metal

1. The Seeds of Evil
2. Bread and Circus
3. Turn My Nighmare into a Dream

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Eleven Strings - # 0 - 2012 (EP) - Download


Gênero: Progressive Metal

1. Not the Only One
2. The Outlaw
3. A Day Like Today
4. Burn
5. Thousand Walls
6. Re-voltz

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