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domingo, 4 de maio de 2025

Angra - Rebirth (20th Anniversary Edition) 2025 - Downloaad

 

Gênero: Progressive Metal, Power Metal

01 - In Excelsis
02 - Nova Era
03 - Millennium Sun
04 - Acid Rain
05 - Heroes Of Sand
06 - Unholy Wars
08 - Judgement Day
09 - Running Alone
10 - Visions Prelude
Bonus Track:
11 Running Alone (Demo)
12 Acid Rain (Demo)
13 Rebirth (Demo)
14 Unholy Wars (Demo)

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domingo, 13 de abril de 2025

Matanza Ritual - A Vingança É Meu Motor - 2025 - Download

 

Gênero: Thrash Metal, Hardcore

01 Intro - SGREAD A'CHARNIX
02 Paciente Secreto
03 Lei do Mínimo Esforço - Chico Brown
04 Assim Vamos Todos Morrer
05 Nascido Num Dia de Azar
06 O Mal Sempre se Veste Melhor
07 Aos Olhos do Carrasco
08 A vingança é Meu Motor
09 A Noite Eterna - Leminski
10 Ode ao Ódio
11 Conclusão ou O Segredo no Olho do Morto
12 ...E Tenha um Péssimo Dia
13 Curado

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Desde sua formação, em 2019, a banda percorreu o Brasil com shows lotados, apresentando clássicos do Matanza e singles como “Rei Morto” e “Morte Súbita”. Agora, com um time de estrelas e produção de Rafael Ramos, o grupo entrega seu primeiro trabalho completo, aumentando ainda mais a expectativa do público para essa nova fase.


O álbum, que leva o nome de uma das faixas, traz a marca registrada da banda: um som pesado e visceral, mesclando thrash metal, hardcore e country, aliados a letras carregadas de ironia, crítica social e reflexões sobre o caos humano. Serão 13 faixas no total, incluindo os já lançados singles “O Paciente Secreto” e “Assim Vamos Todos Morrer”. O disco foi lançado junto com o clipe da emblemática  “Nascido Num Dia de Azar”, que define bem o tom do álbum. Dirigido por Carol Borges, o filme ilustra os dilemas da letra contando uma história de um  jogo de cartas – confira ao final desta matéria.


Com uma atmosfera que alterna entre a fúria e a melancolia, “A Vingança é Meu Motor” reflete sobre temas como sanidade, escolhas humanas e a inexorabilidade da morte. “O disco traz essa sensação de urgência, do tempo finito para se tomar decisões e lidar com as consequências delas. É a trilha sonora perfeita para tempos caóticos”, comenta Jimmy London, vocalista da banda.


Gravado sob a produção de Rafael Ramos, com mixagem de Jorge Guerreiro e masterização de Fábio Roberto, o projeto reafirma a força e a identidade sonora da banda, formada por Jimmy London (vocal), Amilcar Christófaro (bateria), Felipe Andreoli (baixo) e Antônio Araújo (guitarra). A chegada do disco também marca uma intensa agenda de shows do Matanza Ritual, que se apresenta no Matanza Ritual Fest em São Paulo no dia 28 de março, seguido por outras datas pelo país.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Angra - Temple Of Shadows (20th Anniversary Edition) - 2024 - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive Metal

1. Deus Le Volt!
2. Spread Your Fire
3. Angels and Demons
4. Waiting Silence
5. Wishing Well
6. The Temple of Hate
7. The Shadow Hunter
8. No Pain for the Dead
9. Winds of Destination
10. Sprouts of Time
11. Morning Star
12. Late Redemption
13. Gate XIII
14. Spread Your Fire (Pre-production version)
15. Late Redemption (Pre-production version)

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terça-feira, 29 de outubro de 2024

Angra - Acoustic - Live At Ópera De Arame - 2024 (live) - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive Metal


CD-1
01. Nova Era
02. Make Believe
03. Storm Of Emotions
04. Gentle Change
05. Bottom Of My Soul
06. Holy Land 07. No Pain For The Dead
08. Here In The Now
09. Reaching Horizons

CD-2
01. Silence And Distance
02. Tears Of Blood
03. Rebirth
04. Bleeding Heart
05. Late Redemption
06. Carry On

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O Angra acaba de liberar seu tão aguardado álbum acústico Acoustic – Live at Ópera de Arame, gravado em Curitiba, em 2023. O projeto, que conta com 15 faixas cobrindo toda a discografia da banda, já está disponível em todas as plataformas de streaming e nas principais lojas do Brasil, com versões físicas em box de CD duplo, DVD e vinil em edição limitada. Esse show intimista trouxe uma nova perspectiva para os maiores sucessos da banda.


Apesar da ausência da icônica versão de Wuthering Heights no álbum físico e digital por questões de direitos, o Angra compensou os fãs com um videoclipe exclusivo da faixa no YouTube e nas redes sociais. A performance da música, cantada pela lendária Amanda Somerville, emocionou o público ao lado de Fabio Lione, trazendo uma energia inesquecível para esse momento.


O show contou com participações especiais de peso, como Toni Garrido em Late Redemption e Vanessa Moreno em No Pain for the Dead. A atmosfera acústica foi elevada pelo piano de Davi Jardim, a percussão de Guga Machado e uma orquestra completa, provando que mesmo sem a marca registrada dos solos e baterias explosivas, o som do Angra continua grandioso.


Com o sucesso estrondoso dessa experiência desplugada, o Angra embarcou em uma série de shows acústicos em 2024, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e até uma performance histórica no Chile. Além disso, a banda se prepara para uma turnê comemorativa dos 20 anos de Temple of Shadows.

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Auro Control - The Harp - 2024 - Download

 

Gênero: Progressive Metal, Power Metal

01. Aurum Regium (Intro)
02. Feel The Fire
04. Rise Of The Phoenix
05. The Harp
06. Afterglow
07. Head Up High
08. Conception
09. Runner
10. Breaking Silence

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A banda baiana Auro Control vem se estabelecendo através de feitos e lançamentos grandiosos como uma das maiores promessas do Heavy Metal não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Antecipado pelos singles “Rise of The Phoenix” e “Not Alone”, com participações especiais de Aquiles Priester e Jeff Scott Soto, respectivamente, além do show que a banda realizou junto ao espetáculo Shamangra, o álbum de estreia da Auro Control vem cercado de grandes expectativas pela já fiel base de fãs que a banda conquistou em sua recente, mas promissora trajetória.


Lançado no dia 31 de Maio, “The Harp” teve sua estreia mundial promovida por gravadoras do Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão, e ainda contou com as participações especiais de músicos renomados mundialmente como Felipe Andreoli (baixo, Angra), Fábio Laguna (teclado, Edu Falaschi), Thiago Bianchi (vocal, Noturnall), além dos talentosíssimos Aiace (Vocais) e André Magalhães (Percussão) e de com um coral formado por cantores da cena metálica baiana: Roberto Índio (Eigenflame), Leonardo Leão (Drearylands, Lugubra), Petrus Bandeira (Canal Zero, Solo), Mari Cedraz (Imagin’Era), Andrea Alves, Nathalia Martins, Mai Saraiva, Rafa Chemmés.

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Angra - Cycles Of Pain - 2023 - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive Metal

1. Cyclus Doloris
3. Dead Man On Display
6. Vida Seca
9. Faithless Sanctuary
11. Generation Warriors
12. Tears Of Blood
Bonus Track:
13. Tears Of Blood (Speed Version)
14. Here In The Now (Vanessa Moreno Version)

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Link 02 (FLAC)

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Um disco novo do Angra é sempre um evento dentro do metal nacional e sempre estamos preparados para ouvir de tudo e mais um pouco nas reações de seus ouvintes. A última empreitada do grupo foi “Omni”, de um já distante 2018 e que de lá para cá muita coisa aconteceu no Angraverso, desde a prematura morte de Andre Matos a uma recente (e temporária) saída de Kiko Loureiro do Megadeth, entre outros demais fatos polêmicos e algumas “farpinhas” aqui e acolá, pois não seria o Angraverso sem elas.


Mas indo ao cerne deste texto, finalmente temos “Cycles of Pain”, o décimo disco da carreira do Angra e que foi avidamente aguardado por seus fiéis seguidores, fosse para lançar alguma hashtag ácida ou, elogiar o que encontramos ali. Podemos dizer que para ambos os lados existem brechas no novo álbum que chega no início do próximo mês pela Atomic Fire Records.


Em entrevista, Rafael Bittencourt disse que o registro seria uma autoreferência e passaria por toda a carreira do Angra, o que ele não mentiu. Há de tudo um pouco no caldeirão novo e a mistura é acertada e cada ingrediente é colocado na pitada correta.


Indo as músicas, como de praxe, há uma abertura rápida com “Cyclus Doloris”, tipicamente “Angraniana” e que dá espaço a já conhecida do público “Ride Into the Storm”, faixa veloz, de riffs cavalgados e um Fabio Lione imponente em um de seus melhores registros vocais na banda. O refrão é grandioso e marcante, cheio de drama e acertado. “Dead Man on Display”, tem um começo soturno e soa densa, cadenciada e logo cai em algo mais ágil com um Bruno Valverde preciso e bruto na bateria. A faixa desfila peso e precisão. A quebradeira na metade é caótica e mostra uma sincronia incrível de Bruno e Felipe Andreoli. E claro que ao se tratar do Angra, uma balada não poderia ficar de fora e com isso chegamos a “Tide of Changes”, dividia em duas partes, a primeira mais calma fazendo a vez de melódica, e a parte dois mais certeira, que inclusive traz claras referências a “Holy Land”, especificamente a música “Carolina IV”. Mais uma faixa de refrão marcante e carregado de força, também já conhecida do público. Na sequência chegamos a um dos mais belos momentos do disco. “Vida Seca” traz a presença de Lenine fazendo a abertura do vocal cantado em português em linhas maravilhosas e hipnóticas, cantando a vida do brasileiro que luta no seu dia a dia e logo um riff traz o lado metal e a passagem para Lione assumir as vozes acontece numa dinâmica incrível. Sem dúvidas uma das mais belas e imponentes músicas do disco. As melodias das guitarras de Marcelo Barbosa e Bittencourt são um espetáculo a parte e a cozinha uma das maiores dessa formação. Seguindo, abertura cinematográfica de “Gods of the World” abre espaço de uma música poderosa, que poderia facilmente figurar em um disco do Blind Guardian. A faixa título finalmente dá as caras, quase na reta final do registro, mas não é nada menos do que uma das melhores faixas título já feitas pelo Angra. As nuances de baixo são espetaculares e mais espetacular ainda é a dinâmica fluída dos versos para o refrão e depois, ao solo, que é grandioso e um dos mais bonitos que a banda já colocou em um disco seu. A ponte é de arrepiar e imagino o impacto que terá nos próximos shows. “Faithless Sanctuary” traz ritmos “abrasileirados” e uma quebradeira insana e agressiva que preenche a audição de forma impactante, sendo obrigatória ser tocada nos shows, pois isso aqui ao vivo vai fazer estrago! Os riffs de Rafael e Marcelo são gigantes e a cozinha é uma bomba marcada para explodir! Lione soa como um monstro aqui, com sua voz explodindo no teto e eis aqui mais uma fortíssima candidata a melhor do álbum. Não vou falar do solo, simplesmente, OUÇAM! “Here in the Now” é um momento mais calmo e brando e após a surra de porradaria anterior, passa de forma mais morna. “Generation Warriors” é o momento alegria dos fãs de power metal raiz e irá tirar sorrisos dos ardorosos do gênero. Há ainda uma parte mais prog em sua metade que irá dar um belo nó na cabeça do ouvinte. Quem encerra o registro é a enigmática “Tears of Blood” que divide os vocais de Lione com a cantora Amanda Somerville, e traz ainda Juliana D’Agostini no piano. A música é gigante e traz Fabio usando sua voz “operistica” em um épico triunfante para fechar o disco de forma arrepiante em todos os sentidos que a palavra possa descrever.


O Angra faz valer a espera e entrega um dos seus maiores trabalhos em toda a sua história e certamente o melhor da atual formação. E dessa vez a tag ácida pode vir da própria banda, que mostra porque ainda é uma das maiores potências do heavy metal brasileiro, com uma obra regida com maestria, peso, dinâmica e respeitando cada capítulo de sua trajetória.

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Angra - Angra Ilumina Sonasterio - 2023 (EP) - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive metal

1.Rebirth
2.Judgement Day
3. Millennium Sun
4.Upper Levels
5. Black Widow's Web
6. Nothing to Say

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Luiz Toffoli - Enigma Garden - 2023 - Download

 

Gênero: Progressive Metal

01. Grand Opening
03. I'm Alive
04. Both Worlds
06. New Perception
07. Theater Nightmare
08. The Place I Want to Be (Wish You)
09. Fallen King
10. Beautiful Ending

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Link 02 (MP3)

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Angra - Aqua (2020 Remix) - 2022 - Download

 

Gênero: Power Metal, Progressive metal

01 - Viderunt Te Aquae
02 - Arising Thunder
03 - Awake From Darkness
05 - The Rage Of The Waters
06 - Spirit Of The Air
07 - Hollow
08 - A Monster In Her Eyes
09 - Weakness Of A Man
10 - Ashes

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quarta-feira, 30 de março de 2022

Angra - ØMNI Live - 2021 - Download


Gênero: Power Metal, Progressive Metal

CD 1:
1. Newborn Me
2. Running Alone
3. Light of Transcendence
4. Travelers of Time
5. Black Widow’s Web (feat. Sandy)
6. Insania
7. The Bottom of My Soul
8. War Horns
9. Caveman

CD 2:
1. Magic Mirror (feat. Família Lima)
2. Always More (feat. Família Lima)
3. Omni – Silence Inside
4. Upper Levels
5. Carolina IV
6. Rebirth

Bonus Track:
7. Angels And Demons
8. Heroes Of Sand (Feat. Sandy)
9. Spread Your Fire
10. Nova Era (Feat. Família Lima)

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Link 03 (DVD)
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segunda-feira, 7 de março de 2022

Time Out - The Journey - 2007 - Download

 

Gênero: Hard Rock

01 Time Out
02 Oddity
03 The Journey
04 Quasar
05 Hypnosis
06 True Damage
07 Wall Ride
08 L.A.M.P
09 Nevoeiro

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Braia - ...e O Mundo De Cá - 2021 - Download

 

Gênero: Folk Rock, Progressive Rock

1. Sabarabuçu
2. Rio das Mortes
3. Diadorina
4. Trem do Rio
5. Quebranto Cataguá
6. Capão da Traição
7. Pai Ambrósio
8. Puizé celta, uai!
9. Tira-Couro
10. Um Besouro na Esquina (feat. Felipe Andreoli)

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Após um hiato de 13 anos desde o lançamento de " ... e o mundo de lá", o Braia, projeto paralelo do multi-instrumentista Bruno Maia (Tuatha de Danann), acaba de lançar seu segundo disco. Chamado " ... e o mundo de cá", o álbum é uma celebração à música brasileira, à música irlandesa e ao rock progressivo.


Com produção a cargo do próprio Maia, " ... e o mundo de cá" começou a ser gravado ainda em 2015, no Braia Studios, em Varginha (MG). Thiago Okamura ficou responsável pela mixagem e masterização. A belíssima capa é assinada por Carlos Arias. A base do Braia - além de Bruno - conta com Rafael Castro (teclados), Anderson Silvério (baixo), Fabrício Altino (bateria) e Alex Navar (gaita de fole).


Dotado de um talento musical acima da média, Maia entrega o que prometeu. " ... e o mundo de cá" passeia pelo baião, samba, ijexá, viola caipira, "mineiridade bucólica", música irlandesa e pelas as frases quebradas típicas do progressivo. A paleta variada de estilos torna a audição do disco um evento único. Uma viagem pelo que tem de melhor no Brasil e na Irlanda.


Desde as primeiras declarações sobre o disco, o músico já afirmava que o novo do Braia seria um diálogo instrumental entre os dois países. E este diálogo pode ser conferido na dobradinha Diadorina, com melodias e harmonias agradáveis; e Trem do Rio, um samba celta de fazer suspirar! Pai Ambrósio, Capão da Traição e Tira-Couro são outras que carregam a mescla Brasil e Irlanda.


Outros destaques são Sabarabuçu, Rio das Mortes, Um Besouro na Esquina e Tempos Idos (2021), uma excelente versão atualizada da música de mesmo nome presente em " ... e o mundo de lá".


Além da banda base, "... e o mundo de cá" conta com a participação de Edgard Brito, Giovani Gomes e Nathan Viana, parceiros de Bruno no Tuatha; Daiana Mazza, que já participou do Braia; o guitarrista Kiko Shred; Kane O'Rourke; e Felipe Andreoli, baixista do Angra.


Só tenho a agradecer aos deuses (seja eles quais forem) por viver na mesma época que Bruno Maia. " ... e o mundo de cá" é de uma sutileza e beleza ímpar. Valeu a espera de 13 anos por este segundo trabalho do Braia.

Alírio - All Things Must Pass - 2021 - Download

 

Gênero: Progressive Metal, Hard Rock


02. Let It All Burn (Feat. Hugo Mariutti)
03. Here I Am
04. Back To The Roots
05. The First Time
06. Edinburgh
07. Back To The Light (Feat. Andria Busic)
08. I'm Still Here (Feat. Andria Busic)
10. You Hate (Feat. Alberto Rionda)
11. Breeze (Bonus Track Digital)
12. Come With Me (Bonus Track Digital)
14. Mentiras (Feat. Alberto Rionda) (Bonus Track Digital)
15. Nada Se Compara (Bonus Track Digital)

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Alirio é um cantor e ator brasileiro, e uma das vozes do rock mais reconhecidas no Brasil e um nome emergente entre os maiores do país. Seja no palco, no estúdio ou atuando em musicais, Alirio causa uma forte impressão com sua voz poderosa e alcance incrível e sem esforços. “Me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”, diz Alirio.


Sobre o significado por trás do primeiro single do álbum, ele disserta: “O poder está constantemente mudando de mãos e você precisa tentar aproveitá-lo ao máximo enquanto o tem. Mas isso também passará e, quando isso acontecer, você terá sido verdadeiro consigo mesmo ou corrompido pelo sistema?”.


All Things Must Pass será a estreia internacional de Alirio, com um álbum que abrange uma ampla gama de estilos de rock e hard rock, com espaços para grandes melodias e baladas apoteóticas. Entre os músicos do álbum estão o baterista Adriano Daga (produtor ganhador do Grammy) e o baixista Felipe Andreoli (Angra). Além disto, ninguém menos que o vocalista do Journey, Arnel Pineda, aparece em um marcante dueto.


“Estou emocionado e sinceramente agradecido em fazer parte da família Frontiers”, afirma o artista. “Este álbum é muito especial para mim, não apenas por contar com amigos realmente próximos e conhecidos mundialmente, mas especialmente pela paixão e verdade que eu coloquei em cada nota deste álbum. Este é provavelmente o trabalho mais honesto da minha carreira. Ter uma gravadora dessa magnitude acreditando na minha música, em um momento tão difícil para o mundo, é uma grande bênção”.


Como cantor de rock, Alirio liderou a banda Khallice, que na época assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também integrou a banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Mais recentemente, juntou-se à banda Shaman, como substituto do saudoso Andre Matos.


Alirio também interpretou personagens em diversos musicais, incluindo o protagonista “Galileo” em We Will Rock You, a produção musical oficial do Queen. Posteriormente, foi anunciado como o novo vocalista da banda Queen Extravaganza, o que levou Roger Taylor a comentar: “Alirio não é apenas um cantor soberbo, mas também é um grande showman”. Alirio também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera, live action da Disney.


Desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de Jesus Christ Superstar, e atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado ao prêmio de Melhor Ator Principal de 2014, pelo jornal Estado de São Paulo. Com isso, as portas se abriram e se apresentou em alguns dos principais programas de TV do Brasil, como o maior talk show do país, o Jô Soares, além do Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu. Participou do programa televisivo Good Morning LA, nos Estados Unidos, junto com o Queen Extravaganza.

Kiko Loureiro - Open Source - 2020 - Download


Gênero: Progressive Metal, Instrumental


Bonus Track

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(Isolated Tracks)
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Arena - Thiago Bianchi's Arena - 2017 - Download


Gênero: Heavy Metal

01 - Rising Voices
02 - The Scar Is The Pay Off
03 - Trust Me
04 - Nova Era (Bonus Track)
05 - I Live
06 - Woman In Chains (Bonus Tracks)
07 - Learn To Let It Go
08 - Glance
09 - Mr. Caretaker
10 - Adore
11 - Spoiled
12 - To Choose
13 - Hear
14 - Life Is...


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Arena é um projeto capitaneado pelo vocalista Thiago Bianchi, conhecido por seu trabalho a frente do Karma, Shaman e Noturnall. O trabalho originalmente seria chamado de “Brazilian Solaris” e acabou sendo rebatizado, o álbum tem cunho beneficente e traz um time de estrelas como Kiko Loureiro (Megadeth), Aquiles Priester (Noturnall/Hangar), Edu Ardanuy (Dr. Sin), Edu Falaschi (Almah), Fernando Quesada (Noturnall), Mike Orlando (Adreanaline Mob/Noturnall), Felipe Andreoli (Angra), Júnior Carelli (Noturnall), Marcelo Pompeu (Korzus), Nando Fernandes (ex-Hangar), Mozart Melo, Michel Leme, Leo Mancini (ex-Noturnall/Shaman), Ricardo Confessori (ex-Angra/Shaman), André Hernandes (ex-Andre Matos), Leo Belling (República), Chris Passos (Wizards), Gabriel Kauê, Tito Falaschi (Symbols), Kadú Averbach (Wizards), Marcell Cardoso (Karma), Nelson Júnior, Marcelo Moreira (Circle to Circle), Thiago Buslik, Fabrízio Di Sarno (Karma), Guga Machado, André Brunetti (Vox), Gabriel Triani (Wizards), Vandré Nascimento entre outros.


O trabalho mostra as várias faces do vocalista e compositor Thiago Bianchi, podemos achar traços de toda a carreira de Bianchi nas composições. Temos o peso do Noturnall, o lado Power Metal do Shaman e o Progressivo do Karma bem alinhados. A bela capa foi produzida por Carlos Fides do Artside Studios .


O álbum abre com a faixa ‘Rising Voices’, faixa bem no estilo da banda alemã, Van Canto. ‘The Scar Is The Pay Off’ vem mantendo a pegada de ‘Rising Voices’, só que com os instrumentos plugados, a faixa é curta, com peso moderado. ‘Trust Me’ é uma das músicas mais bacanas do álbum e uma das primeiras a serem divulgadas, o problema é sua duração bem curta.


Thiago Bianchi trabalha neste projeto a mais de 20 anos, mesmo assim o trabalho não soa datado. ‘Nova Era’, música originalmente do Angra, ganha uma versão mais pesada, que inclusive está no álbum comemorativo a Edu Falaschi. Outra que ganhou versão foi ‘Woman In Chains’, do conjunto pop britânico, Tears For Fears. A versão foi lançada primeiramente pela Noturnall e foi executada no Rock In Rio. A faixa traz a mãe de Thiago Bianchi, Maria Odette, dividindo os vocais com o filho.


Outros momentos bem inspirados são ‘Learn To Let It Go’, as melódicas ‘Glance’ e ‘Adore’ e ‘Life Is’. Se você gosta de um álbum variado, bem feito, com excelentes músicos, “Arena”, será seu álbum.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

4Action - Live In São Paulo At Mosh Studios - 2020 - Download

 

Gênero: Hard Rock, Instrumental

1 Crises
2 EM&T
3 CAB
4 Príncipe Da Pérsia
5 Supernova
6 Sixty-Eight
7 The Maze
8 Spiritual Mood
9 Haunted Inn

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4Action - Live In San Francisco - 2018 - Download

 

Gênero: Hard Rock, Instrumental

1. Life Is Proven by Motion
2. Equinox
3. Blackout
4. Anna Luz
5. 4action (Power 1)
6. Lhc
7. Solstice
8. Seconds, Hours and Days (A New Start)
9. Power 2
10. Elliptical Path

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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Kiko Loureiro - Instrumental Sesc Brasil - 2020 (Bootleg) - Download


Gênero: Progressive Metal

01 Pau de Arara
02 Reflective
03 Escaping
04 No Gravity
05 El Guarijo
06 Feijão de Corda / Drum Solo
07 Conquer Or Die (Megadeth)
08 Dilemma
09 Nova Era Solo (Angra)
10 Nothing to Say (Angra)

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Marcelo Barbosa - Equilibrium - 2020 (Single)


Gênero: Hard Rock, Instrumental Rock

01 - Equilibrium

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Angra - ØMNI - 2018 - Download


Gênero: Progressive Metal, Power Metal 

01 - Light Of Transcendence
02 - Travelers Of Time
03 - Black Widow's Web
04 - Insania
05 - The Bottom Of My Soul
06 - War Horns
07 - Caveman
08 - Magic Mirror
09 - Always More
10 - ØMNI - Silence Inside
11 - ØMNI - Infinite Nothing
12 - Z.I.T.Ø. (2018 Version) [Bonus Track]

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Mega (MP3) | Yandex.Disk (FLAC)

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YandexMusic | Tidal | AppleMusic | Deezer | Spotify | YouTube



O Angra passou por maus bocados em determinado período de sua carreira. Houve o lançamento morno de um disco em 2010, alguns embates dentro da formação respectiva e pra decretar o que poderia ser de fato o fim da banda, um show embaraçoso no Rock in Rio. Nesse momento realmente a banda passou a se questionar se ainda deveria se manter em atividades, mas com a perseverança de Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, as coisas começaram a ter um respiro e assim recrutaram Fabio Lione para o posto de vocalista, que até então seria contratado temporário por ali e saíram em alguns shows pelos Brasil. Vendo que dali podia sair algo, um novo álbum surgiu, chegava em 2014 “Secret Garden“, que era um recomeço para a banda, um novo respiro, agora além do vocalista, tínhamos também um novato na bateria, era a chegada de Bruno Valverde ao banco que havia sido (de novo) de Ricardo Confessori até então.


A formação se consolidou até certo ponto, quando Kiko Loureiro recebeu um convite impossível de se recusar, do próprio Dave Mustaine para integrar o Megadeth. Com isso Rafael via novamente o então último parceiro da formação original ir embora, mas não se abalando com isso, recrutou Marcelo Barbosa (ex-Almah e Khallice) para o posto e daí tivemos o que de novo afirmou o Angra como a grande banda que é, tivemos em 2018 o nascimento de “Ømni“, uma das obras mais completas da banda e que aliado a técnica imbatível que foi acumulada nesses anos de estrada, nos traz um pouco daquilo que tinha de melhor em tempos áureos, a sua identidade brasileira que antes havia sido deixada um pouco de lado em troca de uma sonoridade mais comum do gênero.


Abrindo o trabalho, está “Light of Transcendence” que é um belo power metal executado nos seus mais ricos detalhes e de forma mágica. É rápida, cheia de força e agora mostra um Lione mais a vontade em frente a banda, mostrando o que sabe fazer e que sua escolha foi bastante certeira ali sendo um substituto que já deveria ter aparecido em outro momento (inclusive já sendo sondado por Bittencourt na primeira mudança de formação da banda). O prodígio Valverde empenha seu papel muito bem nas baquetas, criando trabalhos muito bem marcados em pratos e conduções e sem cansar as pernas nos bumbos duplos que permeiam a música em todos os momentos. Há um grande refrão na melhor forma do estilo e que contagia à todos os ouvintes. É um belo começo que desde “Nothing to Say” não me empolgava dessa forma.


Já seguindo pra um ritmo mais “abrasileirado”, “Travelers of Time” começa cheia de quebradas, algumas percussões em seu caminho e logo cai em um heavy tradicional e outro refrão muito bem conduzido. Aqui o baixo de Felipe Andreolli aparece com bastante presença, e sua segunda metade é bastante agressiva cheia de riffs com fúria e velocidade, aliada aos toque de corais clássicos que sempre estiveram presentes nas obras do Angra. Destaque para a ponte cantada por Rafael, que vem desempenhando essa função há algum tempo já e o faz muito bem. E claro que há de se falar da potência vocal de Fabio que abusa de agudos que soam tão naturais quanto respirar.


A faixa seguinte trouxe uma leve polêmica antes de seu lançamento, pois a convidada da vez para um participação era ninguém menos que a cantora Sandy, da dupla Sandy & Junior. Muitos torceram a cara para o convite antes mesmo de saber do que se tratava, porém, há de se falar que a moça é dona de uma belíssima voz independente de qualquer coisa e sua passagem aqui não é menos que um belo resultado. A cantora entoa os primeiros versos de “Black Window’s Web“, que nos remete à algo do Cradle of Filth em seu primeiro momento, mas logo um ritmo quebrado surge aliada à voz de Lione que abre as portas para a segunda convidada, Alissa White-Gluz do Arch Enemy é quem surge com sua potente voz gutural e torna ainda maior a faixa. O ritmo aqui é mesclado com muito peso, velocidade e esbanja melodia com as trocas dos vocais cada um na sua linha, flertando entre heavy, o gótico, algo do doom e uma pitada do sinfônico. É um grande destaque do disco e difere bastante do que o Angra já fez por aí e mostra que ainda tem cartas na manga para surpreender os fãs. Vale ainda ressaltar aqui o grande destaque da bateria de Bruno e o belo solo da canção.


“Insania” é daquelas músicas cheia de efeitos que o Angra sempre cria. Já começa dramática, e cai num momento mais calmo para um ponte mais agitada e um grande refrão que é entoado à plenos pulmões por Fabio. E destaque para a levada do baixo de Andreoli que pulsa notas a todo momento. Destaque para seu solo todo quebrado trazendo a veia prog que acompanha a banda há bons anos já. Faixa que pega bem fácil e de fato é maravilhosa, seu final é apoteótico.


Ah as baladas do Angra!Claro que elas não podiam ficar de fora, e a primeira que dá as caras neste trabalho é “The Bottom of My Soul” que em seus primeiros momentos nos faz recordar de “Make Believe” e que coisa maravilhosa isso. Quem dá voz a canção é Bittencourt e nesses momentos o cara brilha, pois sua voz tem o timbre necessário para entoar essas canções. Que refrão maravilhoso é esse, e a ponte é carregada e cheia de sentimentos, vontade de cantar junto a todo momento. Faixa divina e muito rica em todos os sentidos.


Claro que Kikinho daria as caras não é?! E ele chega com os dois pés na porta e destrói tudo com “War Horns” que parece uma debandada de cavalos à milhão. A faixa tem cara de Megadeth e mostra o Angra flertando de novo com outros estilos e criando um belo momento. O solo é magnifico e o menino Valverde brilha novamente, suas quebradas nos tiram de órbita e quanto peso aparece nessa parte. O bate cabeça aqui é certeiro.


“Caveman” é intricada em seu começo e traz algo mais tribal como o nome sugere, com vozes entoando um canto de selva bastante estranho mas que casa perfeito com a proposta ali e a banda se aproximando com o seu lado mais brasileiro de novo. Apesar de uma primeira metade repetitiva, em sua segunda metade ela se mostra uma faixa bem construída e cheia de detalhes e com andamento muito bem executado cheio de dinâmica. Tem um bom refrão, faz papel do momento experimental do disco.


Mesclando melodia e peso, “Magic Mirror” é uma semi balada agora entoada por Lione que mostra controle total de sua voz em passagens mais brandas e outras realmente agressivas como no refrão. Que bela ponte quebrada temos ali, a melodia é espetacular e enche os ouvidos do apreciador até explodir no ponto chave. A passagem de piano é muito bem encaixada para abrir porta para o momento prog novamente e nos lembrando algo do Symphony X. Muito bom o resultado final.


“Always More” é outra balada mas diferente da outra deste trabalho, não alcança de fato os seus resultados esperados. Longe de ser ruim, é muito bonita em seus momentos e tem um bom refrão, porém acaba por ficar no meio do caminho e meio apagada. É o momento mais fraco do disco todo.


Próximo a seu final, “Silence Inside” é uma síntese de tudo que o Angra é, ali há a música brasileira, o heavy metal, o prog e toda a melodia característica que a bada tem em seu currículo aparecem em sua melhor forma. O melhor está pro final, pois é uma longa faixa de quase 9 minutos que passeia por vários momentos sem nunca deixar o ânimo cair e cheio de muita qualidade. Quem canta os primeiros versos é Rafael e o faz muito bem, a voz do rapaz se encaixa perfeitamente nos versos e explode num refrão pesado e cheio de harmonia que Fabio entoa e o faz com graça. É impossível ouvir só um momento da música e a cada ouvida se nota um detalhe que a torna ainda melhor e maior. Ali todos os músicos esbanjam seu melhor e tudo se junta de forma maravilhosa num gran finale magnífico.


Encerrando o disco, há o momento instrumental com “Infinite Nothing” que parece ter saído direta de um final de jogo de RPG da Square.


Em seu resumo, o trabalho é o que Angra precisava há muitos e muitos anos desde suas truculentas trocas de formação e momentos de incerteza. Este álbum coloca a banda de volta aos holofotes seja com a crítica ou seu público e de forma correta e merecida dessa vez, e nos mostra que o nome é maior do que um ou outro integrante e que ele ressurgirá quantas vezes for necessário, se renovando e surpreendendo, saindo da zona de conforto de um gênero e nos brindando com obras únicas e de extrema qualidade como “Holy Land” em outro momento e agora Ømni, que nos mostra o porque de ser uma das, se não a maior banda do Metal Nacional. Ansioso com o que pode vir pela frente.