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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Bruno Leo - Vestígios - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Rock

1. Hora do Embarque
2. Apartamento 22
3. Trilha de Novela
4. Telefonema a Cobrar
5. Cemitério de Carros
6. Entre Enredos
7. Inventário
8. Carta ao Futuro

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Lieko - Tanto Quanto - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Rock

1 De uma Vez por Todas
2 Na Correnteza
Dessa Vez
Abraço e Facada (Só Se Dá de Perto)
Longe Daqui
Enigma
Despedida
Barra
Retalhos
10 Deusa (Vertuno)
11 Último Cigarro
12 Raízes

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Assombroso Mundo Da Natureza - Espectros - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Rock

1. Espectros
2. Febre
3. No tempo em que a gente não se viu
4. LaSol
5. Em sonhos o mapa é diferente
6. Flutuante
7. Vultos
8. Bosque

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Andirá - A Vida É Uma Questão Pra Todo Mundo - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Rock

1 A Vida É uma Questão pra Todo Mundo
A Força da Dúvida
Incendiário
Viu? e Nem Foi Tudo Isso
Dos Coches Y El Salar
Que Cachorro Não Late?
Se Começou, Tem Que Acabar
Nem Tudo É Linear
Flores Todos os Dias
10 Quando o Tempo Deixa de Correr

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Tokyo Drive - Burn Out Season - 2025 - Download

 

Gênero: Alternative Metal

2. Steal My Thunder
3. Reason
4. All I've Got (Have It All)
5. Those Days Are Over
6. You Will Know
7. Empty Spaces
8. Sweet Delusion

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A banda Tokyo Drive está pronta para dar um passo marcante em sua trajetória com o lançamento de “Burnout Season”, seu aguardado álbum de estreia, que chega nesta sexta-feira (30) a todos os aplicativos de música via Marã Música. Com oito faixas que transbordam energia, emoção e versatilidade, o disco nasce de um longo processo de amadurecimento artístico e pessoal dos integrantes, consolidando o som potente e autêntico da banda porto-alegrense, que em 2022 já havia mostrado sua força ao abrir o show do Guns n' Roses na capital gaúcha.


Gravado entre os estúdios Dry House e Black Stork, e produzido por Renato Osorio, “Burnout Season” mergulha nas camadas mais densas e também mais resilientes da experiência humana. “O disco fala de tudo um pouco: relacionamentos quebrados, inveja, cansaço, desilusão, mas também de amor, crescimento e superação”, conta a banda. “Poderíamos dizer que é um disco sobre sentimentos humanos, e o título vem dessa exaustão generalizada que se impõe na nossa rotina e na sociedade.” Com uma sonoridade que transita entre o rock alternativo, nuances de metal e baladas cruas como Sweet Delusion, a banda mantém sua identidade plural, fugindo de rótulos e desafiando expectativas. “Nosso foco foi fazer cada faixa como se fosse um single, com refrãos marcantes, daqueles que são feitos para serem cantados em uníssono nos shows.”


O álbum começou a ser composto ainda em 2020, em plena pandemia, após o fim traumático de uma banda anterior. O isolamento, as emoções à flor da pele e o desejo de recomeçar se transformaram em combustível criativo. “Começamos a compor sem pretensão, só pra colocar os sentimentos pra fora. Aos poucos, as músicas foram ganhando forma, e a própria narrativa do álbum se construiu sozinha”, explicam. O resultado é um disco direto, forte e acessível, pensado para causar impacto e deixar aquele famoso “gostinho de quero mais”. Composto por Marcelo Peters Melo (guitarras e vocais), Murilo Bittencourt (guitarras), Leonardo Melo (baixo e vocais) e Chantós Mariani (bateria e piano), o Tokyo Drive conta ainda com teclados de Vinícius Möller na faixa Sweet Delusion, masterização de Benhur Lima e capa assinada por Gabriel Costa Ijuí.


“Burnout Season” chega com a força de quem sabe o que quer: “Estamos muito orgulhosos do nosso debut. Apesar de ser o primeiro disco do Tokyo Drive, todos nós temos estrada com outras bandas, e trouxemos toda essa bagagem para criar o melhor trabalho que já fizemos”, finalizam.

Theoria De Allice - Anima - 2025 (EP) - Download

 

Gênero: Metalcore

1. Conectar
3. Sonhos
6. Presságio

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Quem acompanha a cena de metalcore no Brasil provavelmente conhece ou já ouviu falar na banda Theoria de Allice, responsável por “Essência do Medo”, que até hoje pode ser considerado como um dos melhores discos da cena local. E, se você concorda com a afirmação passada, é bem possível que a banda tenha tomado parte de suas emoções com o empolgante lançamento de “Martyrium” (2015) – que dobrou o peso e a intensidade do grupo – e com o lamento ao saber do hiato anunciado por eles em 2017.


Mas é aquilo: hiato é dar um tempo, não colocar um final definitivo. Seis anos depois, a banda voltou a movimentar a cena com o lançamento de novos singles em 2023 e 2024, que foram compilados ao lado de novas músicas no EP “Anima”, gravado e mixado no coelhosstudio (São Bernardo do Campo) e lançado em dezembro do ano passado.


Com ele, novas mudanças vieram. Da formação anterior, apenas a vocalista Elaine Correa e o guitarrista Pedro Cortopassi permaneceram. Dariane Crivillari entrou no baixo ao lado do novo baterista Gabriel Nicolas e do guitarrista Gustavo Kelvin. Ambos assumem os vocais gritados. Além da troca de membros, a banda também se apresenta de forma diferente em seu som. Eles estiveram em hiato, mas não congelados ao tempo. E o novo EP está aí para provar isso.


“Anima”, como um todo, é bem mais polido e limpo, com uma produção que faz jus não só aos dias atuais, mas que também segue tendências internacionais, mais especificamente do metalcore moderno. E isso casa com o novo som do grupo, que agora está mais próximo de nomes como: Bad Omens, Architects, While She Sleeps, Spiritbox (especialmente em “Sonhos”) e outros.


Ainda que o prelúdio “Conectar” e a faixa “(Re)Conectar” (que conta com participação de Yuri Lemes, vocalista do Aurora Rules) façam a banda combinar esses elementos com a eletrônica e resgatar uma tendência do metalcore na década passada, em uma mistura que te deixa com um gosto similar às introduções de Asking Alexandria (na fase boa dos primeiros álbuns) e I See Stars.


Também é curioso observar que, mesmo com tantas mudanças, a banda conseguiu ressignificar o seu som sem perder algumas de suas marcas. Sobretudo quando falamos dos vocais. A dualidade de vozes entre Elaine cantando limpo ao lado de vocais rasgados sempre foi algo presente na banda e agora segue acontecendo, mas com alterações que se adequam ao novo estilo.


Em alguns momentos, a dinâmica é dividida entre mais de duas vozes e soa bem mais melódica que antes nas partes assumidas por Elaine. Em “A Última Hora”, isso ocorre como se fosse uma apresentação confessional  da vocalista, mas na maioria das faixas é mais como uma alternância de vozes que se complementam e entregam o que o instrumental vem a pedir.


“Devaneios” – que é uma versão remasterizada do single de 2023 – é quem melhor faz valer a descrição anterior e também é uma das melhores do compilado ao lado de “Presságio”. Curiosamente, ambas marcam a reta de fechamento do EP de seis faixas.


“Anima” compila o retorno da Theoria de Allice com novas pessoas, ideias e influências centradas naquilo que define as tendências do metalcore na atualidade do mainstream. Se os novos caminhos do gênero te agradam, é bem provável que a proposta do EP seja para você. Caso contrário, algumas ressalvas vão aparecer. O mesmo vale para os antigos ouvintes que gostam das novas bandas do cenário e daquele que caminha por outros lados.

Theoria De Allice - Martyrium - 2015 - Download

 

Gênero: Metalcore

1. Verdade Oculta
2. Liberdade
3. Involução
5. Derrubando Reis
6. Hospedeiro

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Theoria De Allice - A Essência Do Medo - 2012 - Download

 

Gênero: Metalcore

1. Intro / Alfa Centauri
2. Acredite Em Mim
4. Viva Ou Morra
6. RD. I46
7. Inimigo do tempo
8. Semeador de Pragas
Bonustrack:
10. Live Or Die

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The Lab Experience - The Lab Experience - 2025 - Download

 

Gênero: Progressive Rock

1 A Long Time Ago
2 M.a.r.i.k
3 Parallel Dimensions
4 The Mind
5 Future Dreaminess
6 Astral Zenith
7 The End

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A banda The LAB Experience, liderada pelo tecladista Luiz Alvim, lançou seu primeiro álbum autointitulado, com uma proposta curiosa que dispensa guitarras e foca nos teclados como elemento principal. Criado em Niterói/RJ, o projeto “one man band” surgiu em 2025 como uma evolução do trabalho solo de Alvim, que anteriormente explorava música instrumental e fusion, adaptando suas composições para um estilo sem guitarra. O primeiro single - uma versão apenas com piano de “The Dance of Eternity”, do Dream Theater - já está nas plataformas para aquecer os fãs.


"Estou muito feliz com este álbum. Decidi não usar guitarras e focar nos teclados, que são meu instrumento principal, para explorar novas possibilidades e criar algo diferente no metal progressivo. Além disso, resolvi chamar convidados especiais para cada música, trazendo músicos talentosos para contribuir com suas interpretações e enriquecer ainda mais o resultado final”, disse Alvim.


O álbum reúne faixas autorais e uma releitura, com Alvim assumindo o baixo em algumas músicas e contando com participações especiais. Explorando as faixas, “A Long Time Ago” nasceu durante a pandemia e contou com o baixista Paulo Gustavo além do baterista norueguês Arild Brøter. “M.A.R.I.K.” tem Rafael Marcolino na bateria, com Alvim também no baixo. Já “Parallel Dimensions” traz uma releitura de um trabalho antigo do Sleepwalker Sun, com Jorge Mathias no baixo e Rodrigo Martinho na bateria. 


“The Mind”, único cover do álbum, é uma adaptação de uma música do Sequaz, banda do baterista Alex Curi, que também participa da faixa. “Astral Zenith” mistura elementos de rock clássico com a bateria de Enrico Rossetti e o baixo de Alvim. Fechando o álbum, “The End” apresenta uma balada introspectiva, concluindo o trabalho com melodia e peso equilibrados.

Prägä - Em Nome Do Sofrimento - 2025 - Download

 

Gênero: Death Metal, Grindcore

1. Nova Ordem (Feat. Cássio Lemos)
2. Quem Vai Lembrar?
3. Enxame De Vermes
4. Anseios de Libertação
5. Ciclo
6. Juízo Final
7. Humanidade (feat. Diandro Soares)  
8. Submissão
9. Sem Anistia  

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Orbital Cut - Orbital Cut I - 2025 - Download

 

Gênero: Doom Metal

1. The Countless
2. Solitude
3. Clarity
4. Orbital Cut
5. The Arrival of Time
6. Spark in Chaos
7. Pride and Submission
8. Own Lord

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Regiment - Cold Wind Blows - 2026 (EP) - Download

 

Gênero: Death Metal

1. Pure Alive Lies 
2. Bodyparts 
3. Nowhere 
4. Cold Wind Blows

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Álef Hylliel - Bored - 2026 - Download

 

Gênero: Post Black Metal

1. Sick
2. Tired
3. Daughter
4. Stardust
5. Bored
6. Hoje Eu Sou Quem Eu Mais Odiava

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Deathraiser - Forged In Hatred - 2026 - Download

 

Gênero: Thrash Metal 

1. Severe Atrocity
2. Primitive Medicine
3. Everything Dies
4. Corporation Parasite
5. Empire of Ignorance
6. Symphony of Violence - Instrumental
7. Toxic Legacy
8. One Step to the Grave
9. Dead Generation

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Quando o Thrash Metal surgiu no início dos anos 1980, com bandas pioneiras como Metallica, Slayer, Exodus e Kreator, o ouvinte de Metal mais convencional foi apresentado a um novo patamar de agressão sonora. Naquele momento, o gênero representava o ápice da brutalidade musical e, com o passar dos anos, passou por um processo natural de lapidação. Diversos grupos incorporaram novas camadas sonoras, adicionaram técnica e, consequentemente, aprenderam a produzir discos mais bem acabados, tornando-os mais acessíveis a um público mais amplo.


Ainda assim, apesar de alguns poucos seguirem empunhando a bandeira da música rápida, suja, ríspida, cortante e visceral, durante os anos 1990 grande parte dos nomes seminais suavizou suas propostas. Como resultado, o estilo enfrentou quase uma década de declínio. O Thrash Metal só voltou a impactar de forma realmente contundente com a chegada dos anos 2000. Nesse período, uma nova geração se misturou à velha guarda, promovendo uma renovação significativa. Já em 2026, o cenário se mostra forte, porém repleto de bandas que apostam em um Thrash permeado por influências modernas.


É justamente na contramão dessa tendência que o Deathraiser se posiciona. Lançado em 22 de janeiro pela Xtreem Music, “Forged In Hatred” surge como um resgate visceral da essência furiosa dos anos dourados. Sem concessões ou artifícios contemporâneos, o segundo álbum de estúdio do quarteto de Leopoldina (MG) apresenta produção analógica e nove faixas que funcionam como um ataque direto e impiedoso aos ouvidos menos preparados.


Um retorno honesto as origens do Thrash
Com apenas 34 minutos de duração e absolutamente nenhum espaço para trégua, o novo registro promove um retorno honesto às origens do Thrash Metal. As composições soam cruas e diretas, sustentadas por riffs imponentes, linhas vocais raivosas e um constante senso de urgência, capaz de transportar o ouvinte diretamente para algum ponto entre 1983 e 1989.


Em diversos momentos, surgem referências claras ao Sepultura da fase “Beneath The Remains” (1989), ao Dark Angel do clássico “Darkness Descends” (1986) e, em outros trechos, ao Kreator dos álbuns “Pleasure To Kill” (1986) e “Terrible Certainty” (1987). Ainda assim, o Deathraiser consegue imprimir sua própria identidade ao trabalho, evitando que essas influências transformem o disco em uma simples coleção de clichês.


O tracklist enxuto apresenta destaques imediatos, começando pela impiedosa faixa de abertura “Severe Atrocity”, que evidencia a precisão da cozinha formada por William, nas baquetas, e Junior, no baixo. Em seguida, “Primitive Medicine” dá continuidade à devastação sonora e soa como um híbrido feroz entre “Schizophrenia” e “Persecution Mania”. Já “Everything Dies” aposta em um riff inicial extremamente pesado e em um andamento mais cadenciado nos primeiros momentos. Aqui, a influência de “Beneath The Remains” se torna ainda mais perceptível e, somada à identidade da banda, resulta em um dos grandes pontos altos do álbum.


Tracklist irretocável
“Corporation Parasite” e “Empire Of Ignorance” ocupam com inteligência o miolo do disco, permitindo que o álbum avance sem perder intensidade, ao mesmo tempo em que mantém o ouvinte completamente envolvido. As guitarras da dupla Ramon/Thiago despejam riffs afiados e demonstram competência tanto na construção das bases quanto nos solos, que, embora diretos, cumprem sua função com extrema eficiência. Essa característica se torna ainda mais evidente na instrumental “Symphony Of Violence”, cujo título já entrega boa parte das influências. Os solos remetem quase diretamente à performance de Andreas Kisser em “Iquisition Symphony”, enquanto a composição preserva o caos característico do Kreator em seus primeiros anos.


Na sequência, “Toxic Legacy” surge como mais uma arauta do caos, entregando exatamente tudo aquilo que o fã de Thrash Metal old school espera ouvir. O encerramento fica por conta da poderosa dobradinha “One Step To The Grave” e “Dead Generation”, que, diga-se de passagem, representa um dos momentos mais altos da audição, senão o mais impactante. O final da primeira praticamente se funde ao início da segunda e, apesar de serem faixas distintas, a sensação é de completa complementaridade. Um desfecho arrebatador para um álbum irretocável.


De Minas Gerais para o mundo
Vale destacar que a proposta do Deathraiser não passa por reinventar a roda. O objetivo aqui consiste em proporcionar ao fã de Thrash Metal contemporâneo uma verdadeira experiência de imersão em uma época em que o gênero buscava apenas ser brutal, rápido e impactante. Não há espaço para modismos, modernidades forçadas ou misturas enfadonhas em “Forged In Hatred”. O álbum funciona quase como uma cartilha sonora para a nova geração.


Mais de quatro décadas depois, a cena mineira continua exportando suas joias para o Brasil e — quem sabe — para o mundo. Além disso, passados mais de dez anos desde o disco de estreia “Violent Aggression” (2011), o Deathraiser se mostra afiadíssimo e pronto para ocupar a linha de frente do campo de batalha do Metal. Resta torcer para que o grupo não demore tanto para lançar o próximo trabalho e mantenha o nível elevado apresentado aqui.

Vengeance Of Mine - Of Gods And Mortals - 2026 - Download

 

Gênero: Death Metal

1. Oblivion to Light
2. Of Gods and Mortals
3. Mask of Grief
4. The Philosophy of Decomposition
5. Intervals of Insanity
6. Days of Mayhem
7. Witch Hunt
8. A Personal Vendetta

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